Vamos
agrupar insetos

Sabias que já se conhecem mais de um milhão de
espécies de insetos?

Devido à grande variedade de insetos, os investigadores
sentiram necessidade de os agrupar de forma a facilitar
o seu estudo. Assim sendo, recorrendo à observação
das suas características, quer morfológicas como
comportamentais, foram organizando e classificando
estes animais. Alguns são voadores, outros rastejantes,
sendo que na sua maioria habitam junto ao solo ou
mesmo no subsolo.

Queres experimentar ser um explorador de insetos?
Desafiamos-te a experimentar e vivenciar a procura,
captura e classificação de insetos. Mas não tenhas medo,
pois estes insetos são de borracha e não picam.
De seguida iremos pedir-te que os organizes de acordo
com os teus critérios. Como será que os vais agrupar?
E porquê? E já agora que nome vais dar a cada um dos
grupos que formaste?

 

Caminhando
sobre a Água

Existem imensas espécies de insetos. E vivem nos mais
diversos ambientes com condições muito diversificadas.

Uns conseguem voar, outros dão saltos enormes e até
há alguns que caminham sobre a água. Certamente
já viste insetos a caminhar/flutuar sobre a água,
em rios, lagos ou mesmo em tanques. Como será que
o fazem? Quais serão as características que lhe
permitem esta proeza?

Vamos investigar e testar a flutuabilidade de alguns
objetos e materiais na água e noutros ambientes líquidos.
Vamos registando tudo o que observarmos e no final
partilharemos conclusões.

Vamos ouvir
uma História

Os insetos são animais invertebrados que pertencem
ao Filo Arthropoda. A maioria dos seres que pertencem
a este filo apresentam ao longo da sua vida várias
transformações anatómicas, denominadas por
metamorfose.

Alguns saem do ovo, logo muito semelhantes, apenas
mais pequenos, ao que serão na fase adulta. Outros
ao nascer são pouco semelhantes ao aspeto que terão
em adultos (designadas por ninfas) e só mais tarde
é que se transformam em adultos. Há ainda outros
que saem do ovo na forma de larva e só depois
de passarem pelo aspeto de pupa (crisálida) é que 
e transformam em ninfas, atingindo mais tarde o
estágio adulto (nalguns casos envolvendo diversas
trocas de exoesqueleto).

Nesta atividade, convidamos-te a ouvir com muita
atenção uma história que não tem ilustrações
e desafiamos-te a recontares a história através
de uma “banda desenhada”. Puxa pela tua imaginação
e desenha a história da vida (ciclo de vida) do nosso
protagonista.

Espelho meu
espelho meu,
que forma hoje
tenho eu?

Imagina um mamífero. Cães, elefantes, esquilos, camelos,
humanos. Agora imagina como são quando nascem.

Facilmente nos vêm à cabeça imagens de mamíferos
bebé que parecem uma versão miniatura dos adultos.
Vamos agora imaginar um inseto. Borboletas, besouros,
baratas, moscas. E os bebés desta classe, como se
parecem? Serão como os adultos? Ou poderão ter
uma forma que em nada se parece com eles? E por
quantas formas diferentes podem passar ao longo da
vida? E como é que estas transformações acontecem?

São exatamente estas questões que vamos explorar
nesta atividade, através de jogos em grupo e de impressões
3D de insetos que passam por diferentes tipos
de desenvolvimento.

 
 

O que faz
um inseto ser
um inseto?

Sabias que os insetos vivem em todos os locais do
nosso planeta, exceto no fundo dos oceanos e nas
regiões polares? E sabias que os cientistas já descobriram
cerca de um milhão de espécies de insetos, e que
certamente muitas mais estão por descobrir?

Abelhas, formigas, libelinhas, joaninhas, louva-a-deus
– apesar de tão diferentes, porque será que todos
pertencem à classe dos insetos? E as aranhas e as
centopeias – serão também insetos?

Através da observação do corpo dos insetos, vamos
aperceber-nos da extraordinária diversidade que
constitui o mundo destes animais e aprender acerca
das características que os definem. E no final, será
que vamos conseguir identificar os insetos que andam
à nossa volta no dia-a-dia?

 

Expedições

literárias ao mundo das formigas

As formigas vivem em sociedade organizadas, tendo
cada tipo de formiga uma função diferente no
formigueiro – de reprodução, defesa, exploração,
procura de comida.

Sabias que um formigueiro está dividido em várias
salas, que as formigas vão construindo ao longo da
vida, e onde têm tudo o que precisam? A despensa,
o berçário, o depósito de lixo. Podem até existir
armadilhas ou túneis falsos em caso de assalto ao
formigueiro por invasores.

Estão ou não reunidos todos os ingredientes para
um grande romance cheio de ação e emoção?
Utilizando como ponto de partida a observação atenta
do nosso formigueiro, musa inspiradora deste romance,
e adicionando uma boa dose de imaginação e criatividade,
vamos construir em conjunto as crónicas de vida
das nossas formigas.

Insetos em Ordem
em Barca D'Alva

Existem imensas espécies de insetos. E vivem nos
mais diversos ambientes com condições muito
diversificadas.

Uns conseguem voar, outros dão saltos enormes
e até há alguns que caminham sobre a água.
Certamente já viste insetos a caminhar/flutuar
sobre a água, em rios, lagos ou mesmo em
tanques. Como será que o fazem? Quais serão
as características que lhe permitem esta proeza?

Vamos investigar e testar a flutuabilidade de alguns
objetos e materiais na água e noutros ambientes
líquidos. Vamos registando tudo o que observarmos
e no final partilharemos conclusões.

 

Cérebro e pêlos
das pernas de
baratas- Qual
a relação?

Imagina-te no meio da rua a tirar uma selfie quando
distraído vais contra uma árvore. O que acontece?
Imediatamente, o teu corpo muda de direção.

Mas como é que isto acontece? Como é que
a informação é transmitida desde que chega às
células da tua pele até aos músculos, levando-te
a uma mudança de comportamento? Como é que
as células comunicam? Para investigar estas questões,
vamos recorrer à ajuda de… baratas.

Já alguma vez reparaste nos pelinhos que estes
animais têm nas suas pernas? Estes pelinhos são
muito importantes para o seu comportamento.
E porque será? Qual será a sua função?

Nesta atividade, vamos ouvir a atividade de neurónios
das pernas de baratas e investigar porque é que estes
pelinhos serão tão importantes para a sua vida.

 

Um frasco
iluminado
por pirilampos

É comum ver no imaginário dos desenhos animados
e de alguns filmes de animação, frascos cheios de
pirilampos a iluminar durante a noite.

Será que poderíamos sair numa noite de verão, com
um frasco na mão e ir colocando lá para dentro os
pirilampos que fossemos encontrando? Talvez isso não
seja muito viável, pois infelizmente no nosso país, os
pirilampos não são assim tão comuns e para além disso

não iriam sobreviver muito tempo dentro de um frasco.
 

O que poderemos fazer então? O que sugeres?
Vamos experimentar, recorrendo a circuitos elétricos
em papel, construir algo semelhante a um frasco
iluminado por pirilampos.

 

Começaremos por aprender as noções básicas
de eletricidade, para que depois, juntamente com alguma
imaginação as consigamos implementar no
desenvolvimento deste projeto luminoso.

 

 

Postais
Luminosos

Qual será a próxima data festiva que se aproxima
(Noite das Bruxas, Natal, Ano Novo, Carnaval, Diado
Pai, Dia da Mãe, Dia da Árvore, Páscoa)? Ou será
quealgum familiar ou amigo vai fazer anos nos
próximos dias?

Inspirando-te na beleza e diversidade de insetos,
idealiza um postal que poderás iluminar recorrendo
a circuitos eléctricos em papel.

Ficaste curioso? Então vem aprender as noções básicas
de eletricidade e aplicá-las na elaboração de um 
postal luminoso.

 

Inseto
Irrequieto

Desde sempre que a natureza e, em particular, os
animais inspiram artistas na conceção das suas obras
de arte, engenheiros no desenvolvimento dos seus
projetos, desportistas no aperfeiçoamento das suas 
técnicas…

Desta vez, vamos deixar que a grande diversidade
de insetos sirva de inspiração para a construção
de um pequeno inseto eletrónico (robot). Mãos à obra!
Mostra o que és capaz de construir com os materiais
que te disponibilizamos.

Como
preservar
Insetos

A grande maioria dos insetos não vivem muito tempo
e é comum encontrarmos insetos já sem vida. Mesmo assim,
são interessantes para observar, podemos investigar as suas
características com recurso a lupas e/ou microscópios.

Para os observarmos melhor, quase sempre sentimos
a necessidade de movimentá-los, e movê-los de posição.
E quase sempre, mesmo que por mais cuidado que
tenhamos, acabamos por estragá-los e inutilizá-los para
observação.

O que poderemos fazer para os preservarmos durante
mais tempo e garantirmos observações futuras?

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